A VIDA É UM VERBO QUE SE CONJUGA NO GERÚNDIO

                                 

Natal é uma data duplamente especial para mim, primeiro por comemorarmos o nascimento de Jesus, e segundo, por ser no dia 25 de dezembro o dia do meu nascimento.

Após 41 natais, ainda que o aprendizado seja insuficiente, aprendi algumas coisas e desaprendi outras, contudo, o que me deixa mais tranqüilo que nesta gangorra de aprender e desaprender, é que, ainda, muitas coisas serão agregadas à minha vida, enquanto outras serão extirpadas às vezes com anestesia e outras vezes doloridamente sem.

Aprendi que nem sempre teremos ao nosso lado as pessoas que desejávamos, pois, muita delas a própria vida se encarregou de levá-las para longe e até para a eternidade, contudo, olho para a minha família amigos e irmãos presentes, e hoje tenho certeza que tenho todos os que preciso ao meu lado.

Hoje compreendo que as pessoas são mais importantes do que as coisas, que uma amizade não vale uma promoção, que quando ferimos alguém em uma briga, somos também feridos, que o dinheiro embora importante, não é fundamental.

Que posso olhar para trás e dar boas risadas dos erros que cometi, quanto o eu de ontem era engraçado e tosco, o quanto fazia coisas que condeno hoje, mas também, o quanto o eu de hoje, toma decisões que condenava outrora.

E  se talvez estes meus dois eus, o de ontem e do hoje, tivessem se encontrado em algum momento e lugar na história, se antipatizassem um com o outro, sem perceberem que eles tinham mais coisas em comuns do que parecia, que a sobrevivência dos mesmos estavam profundamente interligada e interdependente.

Um dia acreditei que não o tinha tempo que passou, mas tinha todo o tempo do mundo, hoje eu sei que não tenho todo o tempo do mundo, pois a vida é seccionada pelo início e pelo fim, contudo, tive e terei todos os dias da minha existência.

Hoje, entendo que as pessoas são bem mais do que os meus olhos conseguem enxergar, pois as patologias óticas, fincadas nos preconceitos, jamais me permitiram conhecer alguém sem conviver o mínimo possível com ela, e por isso, neste convívio, sempre teremos gratas ou amargas supressas, contudo sem serem suficientemente frustrantes para querer viver isolado.

Sem qualquer resquício de narcisismo, já que não sou nacisista, descobri que depois de Deus, sou a pessoa que mais conseguiu acreditar em mim mesmo, pois depois de 41 anos de erros e acertos, de crises existenciais, de mudanças, de tristezas e alegrias, de perdas e ganhos, de idas e vindas, continuo acreditando neste projeto do Senhor que é a minha própria vida.

O presente me vez perceber, embora a gramática insista em dizer o contrário, que a vida é um verbo, multifacetada em ações e estados, que só se conjuga no gerúndio, vivendo.

Salmos 90 12 Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio.



Pr Jonas Silva






                                 

A HISTÓRIA DO NATAL EM CORDEL (REPUBLICADO)


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A história do nascimento de Jesus, contada em CORDEL, que uma das expressões da cultura Nordestina.

Literatura de cordel é um tipo de poema popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome originado em Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. No Nordeste do Brasil, o nome foi herdado (embora o povo chame esta manifestação de folheto), mas a tradição do barbante não perpetuou. Ou seja, o folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.

 Os temas incluem fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas , temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900-1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883-1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.

No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.
(fonte Wikipedia)




OS SETE PECADOS CAPITAIS COMETIDOS PELA ESPIRITUALIDADE MODERNA



Um dos melhores episódios da série Dr. House, na minha opinião, é o 5o episodio da 1a temporada, onde ele trata de uma freira com alergia, que acreditava que possuía estigmas, contudo, o ponto alto do capítulo, é o dialogo entre Gregory House e uma outra freira na capela do hospital.

No Diálogo, Dr. House, com o sarcasmo que lhe é peculiar, aponta para o fato que os pequenos gestos da religiosa demonstravam o quanto a sua vida não estava liberta dos pecados considerados capitais.

Tal diálogo, me fez refletir acerca do quanto a nossa religiosidade encontra-se impregnada de carnalidade, de maneira que muitas das nossas atitudes apontam para uma premente necessidade de mudança, contudo, dentro de nosso relativismo, convivemos em verdadeira simbiose com nossas ambigüidades.

Inicialmente gostaria de ressaltar, que a gradação de pecados não encontra respaldo bíblico, pecado é pecado, não existe pecadinho ou pecadão, na ótica das Escrituras Sagradas.

Contudo, os pecados capitais definem algumas atitudes que apontam para o estilo de vida revestido de carnalidade.

O papa Gregório Magno no século VI instituiu os sete pecados capitais, que são os princípios que ferem a Deus, a própria pessoa e ao próximo.

Os sete pecados capitais são:

1) Gula: consiste em comer além do necessário e a toda hora;

2) Avareza: é a cobiça de bens materiais e dinheiro;

3) Inveja: desejar atributos, status, posse e habilidades de outra pessoa;

4) Ira: é a junção dos sentimentos de raiva, ódio, rancor que às vezes é incontrolável;

5) Soberba: é caracterizado pela falta de humildade de uma pessoa, alguém que se acha auto-suficiente;

6) Luxúria: apego aos prazeres carnais;

7) Preguiça: aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico.

Diante das definições dos pecados ditos capitais, comecei a refletir o quanto a espiritualidade moderna, embora de forma contraditória, vivencia uma espiritualidade que expressa carnalidade.

Vejamos os pecados ditos capitais aplicados a espiritualidade de nossos dias:

1) Gula: Quanto Cristãos são alimentados com a Palavra de Deus, contudo, como glutões não têm a menor disposição de compartilhar aquela palavra com pecadores famintos. O Cristão guloso, paga caro para ir a Congressos e capacitações, mas a não têm coragem de compartilhar o que foi ministrado com o Corpo de Cristo, que é a Igreja.

2) Avareza: Igrejas e Ministérios buscam bens materiais, contudo, esta riqueza só serve para o enaltecimento de sua própria bandeira denominacional, não investem em missões, não abrem congregações a não ser que lhe traga algum retorno financeiro, mesmo tendo recursos, não realiza ações sociais efetivas.;

3) Inveja: Ministérios brigam entre si, para demonstrarem qual é o melhor, o mais poderoso, vivenciamos dias de intensa disputa ministerial. Na ótica moderna, igrejas diferentes não são mais integrantes do indivisível Corpo de Cristo, mas sim concorrentes e rivais.

4) Ira: Na ótica da espiritualidade moderna, mercantilista em sua essência e carnal em sua prática, não se expressa o amor nos termos das Escrituras. Quantos líderes não respeitam o outro, não se falam, torcem para que o ministério do outro sucumba pelas adversidades e pela derrota.

5) Soberba: Na espiritualidade moderna não há espaço para a cooperação e mutualidade, os ministérios se acham auto suficientes, acreditam que não necessitam de nenhuma ajuda do ministério “rival”.;

6) Luxúria: A espiritualidade moderna, lastreada na teologia da prosperidade, forja uma igreja anacrônica que acredita em um Jesus que só serve para resolver os seus problemas financeiros, conjugais e de saúde, ou seja, o alvo desta espiritualidade, não é o transcendental, mas sim os bens materiais ;

7) Preguiça: Vivemos dias de uma Igreja que não prega a Palavra, que pessoas por mais recursos tecnológicos que possuam, têm cada vez menos tempo para as coisas do Senhor, O Cristão moderno é de ativistas social, mas um ocioso espiritual.




Pr. Jonas Silva.

DEP. JAIR BOSSANARO ALERTA AOS PAIS SOBRE APOLOGIA ÀS PRATICAS HOMOSSEXUAIS FINANCIADA PELO GOVERNO

VEJAM ESTE ALERTA!!! É MUITO SÉRIO.
O Deputado Jair Bossanaro fala sobre o ensino e o incentivo a praticas homossexuais, em escolas públicas, financiada pelo governo. Pronunciamento do dia 30 de Novembro de 2010.



Pr. Jonas Silva
 
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