O CRISTIANISMO PETISTA ENXERGADO POR FREI BETTO


Nestes últimos dia me chamou atenção as declarações do Frei Betto sobre o testemunho cristão da Candidata Dilma Rouseff, publicada Publicado no Tendências & Debates da Folha de S.Paulo disponível na íntegra http://altamiroborges.blogspot.com/2010/10/frei-betto-dilma-e-fe-crista.html.

Frei Betto é uma notável figura da igreja católica que tem como. Adepto da Teologia da Libertação, é militante de movimentos pastorais e sociais, tendo ocupado a função de assessor especial de Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2003 e 2010. Frei Betto, foi coordenador de Mobilização Social do programa Fome Zero.

O Cristianismo oriundo da Teologia da Libertação na verdade é uma interpretação Bíblica a partir de pressupostos marxistas, que leva a entender a vida cristã e os ensinos Bíblicos sob uma perspectiva de lutas de classes.

Quando eu vejo Frei Betto falar do testemunho cristão de Dilma e do Presidente Lula, só posso entender que o Cristianismo que ele esteja falando, seja o “cristianismo da teologia da libertação”, tendo em vista que o cristianismo bíblico requer bem mais do discípulo do que a mera promoção da igualdade social, já que às obras, na ótica Bíblica, nada mais são do que o fruto da fé e de uma vida transformada por Deus.

Não compreendo esse cristianismo que leva pessoas a pegar em armas, promovendo uma revolução, tentando impor um sistema político socialista, que alega que a religião é o ópio do povo.

Este Cristianismo armado não encontra lastro nos ensinos e vida de Jesus, já que, o nosso Senhor e Mestre preferiu fazer outro tipo de revolução, que por não ter sido política, foi incompreendido pelos Judeus dos seus dias.

Não compreendo um Cristianismo destituído de valores éticos, que promove a injustiça, ao tratar o injusto como justo, protegendo políticos fichas sujas e bandidos comuns .

Não compreendo um cristianismo que não se contrapõe aos regimes políticos castradores e tirânicos, antes sempre se mostra favorável, amigável e até um franco defensor, será que a justiça e ética social cristã está restrita a um limite territorial, ou deveria ser estendida a toda humanidade?

Não compreendo um cristianismo que se congratula com torturadores e assassinos, e se cala ante a morte de homens como o Cubano Orlando Zapata que nada mais queria do que a concretização em sua sociedade, de Justiça, liberdade e igualdade, sentimentos cristãos silenciados e castrados pela mesma revolução marxista.

Não compreendo um Cristianismo ambíguo, que se diz cristão mas proclama valores contrário aos ensinos bíblicos proclamados e vividos por Jesus, tais como: aborto, casamento homossexual, e usa a mentira como forma de discurso.

Os parâmetros utilizados por Frei Betto para mensurar uma vida cristã, pelo menos em suas palavras, foram: ter estudado em colégio cristão, ir as missas, rezar e coisas do gênero. Partindo desde pressuposto, fica a dúvida, será que os torturadores denominados de ateus praticantes, não iam à igreja, não faziam as sua preces, talvez até fossem pessoas caridosas? Ou seja, não viviam o mesmo cristianismo petista. Ou será que a inquisição foi realizada por ateus praticantes?.

Talvez o cristianismo enxergado e comentado pelo nosso amado Frei, seja o cristianismo ultrapassado e equivocado da teologia da libertação, ou o cristianismo eleitoreiro da campanha presidencial, que não tem como ponto de partida, o voto com Deus, mas, sim outros tipos de votos. Contudo, uma coisa sei com certeza, não é o cristianismo do qual nos fala e ensina a Bíblia Sagrada.



Pr. Jonas Silva

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