JESUS IS FOREVER LIVING AND HERBALIFE



Uma das coisas que sempre me intrigou é o fanatismo de algumas pessoas com programas de marketing de rede. A história parece antiga, amigos chegam diante de nós, entusiasmados com um projeto financeiro infalível, oferecendo produtos milagrosos que passa a ser o seu único assunto.

Só para lembrar, quem nunca conheceu alguém que em seu ambiente de convívio são ou foram adeptos de programas como: Amway, Herba Life e mais recentemente o FOREVER LIVING.

A história parece cíclica, o entusiasmo inicial que leva pessoas a beira do fanatismo, buscando de forma frenética novos adeptos para a sua rede de comércio.O novo negócio passa a ser o único assunto dos entusiastas, contudo, após alguns meses, parece que o brilho e o entusiasmo esvanecem, diante da fatídica constatação que nem tudo que reluz é ouro, e que o mirabolante e alvissareiro negócio não se concretizou.

O objetivo do “post” não é demonizar as empresas de marketing de rede, discriminar aqueles que aderem á tais programas, ou mesmo questionar a validade e funcionalidade do negócio, contudo, gostaria de falar um pouco da postura de cristãos diante destes negócios “milagrosos”, confrontando com a sua postura diante das coisas do Reino de Deus, e vise e versa.

Eu fico imaginando se cristãos falassem de Jesus com o mesmo entusiasmo que os adeptos dos programas de marketing de rede professam as qualidades de seus produtos.

Se Jesus é tão bom como pregamos, por que não professamos com tanta veemência as suas qualidades para as pessoas que nos cercam.

O fato de muitas pessoas se entusiasmarem com produtos, comidas que experimentam e falam deles com entusiasmo recomendando para todos os seus amigos, parece firmar a lógica que aquilo que é bom deve ser compartilhado.

Mas, essa lógica quando aplicada a vida do cristão e a sua falta de entusiasmo para falar de Jesus, nos leva a um beco com duas saídas: ou Jesus não é tão bom quanto dizem, ou, nunca experimentaram realmente e efetivamente esta bondade.

Fico imaginando se encarássemos a ordem de fazer discípulos, com mesmo vigor e seriedade que muitos buscam novos integrantes para a sua rede de marketing, certamente a missão de expansão do Evangelho sobre a terra seria mais efetiva.

A idéia que quero passar, não é a que devemos encarar a tarefa da pregação do Evangelho como uma proposta comercial, pois já temos comerciantes demais da fé. Mas a de confrontar a nossa apatia e frieza, diante do melhor produto ofertado a humanidade (JESUS CRISTO), em detrimento do entusiasmo e fanatismo que muitos, inclusive cristãos, vendem produtos que nem mesmo nem sabem que funcionam.

A mulher pecadora de João cap 4 nos dá uma lição: "28 Quanto à mulher, deixou o seu cântaro foi à cidade e disse àqueles homens: 29 Vinde comigo e vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Será este, porventura, o Cristo?! 30 Saíram, pois, da cidade e vieram ter com Ele". Aquela mulher encontrou algo precioso (JESUS) e foi compartilhar com as outras pessoas, formando uma rede discípulos.

Fica a indagação final: será que  realmente  Jesus tem sido para a igreja o verdadeiro  forever living (trad: o que Vive para sempre) e  a herbalife (trad: Arvóre da vida).?





Pr. Jonas Silva.

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