CREPÚSCULO: VAMPIROS, LOBISOMENS E COISAS DO GÊNERO EXISTEM!!!

Estive, nestes últimos dias, assistindo a alguns filmes da série Crepúsculo. A primeira impressão que tive é que as histórias baseadas nos contos de Stephenie Meyer tratavam-se de mais uma ficção de vampiros e lobisomens e coisas do gênero.

Entretanto, Após dez anos de ministério, devo afirmar que vampiros e lobisomens e coisas do gênero existem realmente, e devo esta conclusão não aos livros de Rebeca Brown, mas por conviver diariamente com seres mutantes desta natureza.

Antes de você querer mandar este post para alguma editora que publica livros de Batalha Espiritual, deixe-me começar a explicar quem são estes seres mutantes e suas similitudes com os personagens da série crepúsculo.

A exemplo dos vampiros e lobisomens, personagens tão comuns em filmes de terror, transformados em noites de luas cheias, os seres mutantes que quero tratar, também se transformam em ocasiões especiais, geralmente nos dias de domingos, noites de igrejas cheias.

O fato também já foi comprovado pela ciência através do renomado pesquisador especializado em teologia molecular Wesley Calvino Armínio, que o denominou de “sanctus incoerentus”, segundo o cientista, o ser mutante não é mero exemplar de caso de dupla personalidade.

Os estudos foram apresentados pela primeira vez no Congresso Fogo no Brasil e publicada na revista científica CPA-Day, a pesquisa revela que em virtude do modismo evangélico no Brasil os exemplares dos sanctus incorentus vem se tornando bem comum.

Quando chega o domingo, o nosso ser mutante, o "sanctus incoerentus", abandona a sua forma semanal e começa a tomar a forma dominical; deixa a sua aparência mundana com seus palavrões, acessos a sites não recomendados, violência familiar, adultérios de toda sorte, violação de regras (inclusive de trânsito), negócios espúrios, e coisas do gênero. Podendo adotar algumas formas específicas, tais com: Pastor, Presbítero, Diácono, ou, mesmo membro de Igreja.

Na forma dominical, o nosso monstro, reveste-se de uma aparência piedosa, vai a alguma igreja evangélica, substitui as palavras indecorosas por chavões do tipo “paz do Senhor”, “graça e paz”, andando de um lado para outro com um livro em baixo das axilas, que o causa ojeriza nos outros dias, denominado de Bíblia.

É muito comum encontrar o "sanctus incoerentus" no seu estado dominical em êxtase, cantarolando com fervor canções e hinos sacros, e, até, balbuciando algumas palavras em línguas estranhas que aprendeu, na tentativa imitar  uma outra espécie denominado de “sanctus legictimus”.

A família que geralmente na forma semanal é abandonada e vilipendiada por nosso monstro mutante, na forma dominical é obrigada a andar do seu lado, passando a tratá-los por designações engraçadas: a mulher, que antes era “dona encrenca” passa a ser “minha esposa”, os filhos que antes eram tratados e designados com palavras de baixo calão, passa a ser chamados de “herança do Senhor”.

Este ser mutante na fase dominical, conta as horas para voltar a outra forma, principalmente durante a mensagem do Pastor. As palavras proferidas no sermão podem causar duas reações: um profundo estado de sono ou sentimento letárgico de indiferença.

A exemplo do vampiro Eduard e de sua família, no filme crepúsculo, que aparentemente não se sentiam a vontade como vampiros, o nosso ser mutante não se sente muito satisfeito com a sua forma dominical e fica louco para que chegue o momento da benção apostólica, para que ele sofra mais um processo de mutação e volte a ter a forma semanal.

Assim como os lobisomens e vampiros - que possuem uma forma bem peculiar de serem exterminados, balas de pratas e estacas fincadas no coração, respectivamente - o ser mutante do qual estou falando, pode ser exterminado por meio do arrependimento, confissão de pecados e da submissão à Palavra de Deus.



Pr. Jonas Silva


Em homenagem ao nosso ser mutante, estou postando uma música da Banda Resgate. Vale a pena conferir.


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