A VIDA É UM VERBO QUE SE CONJUGA NO GERÚNDIO

                                 

Natal é uma data duplamente especial para mim, primeiro por comemorarmos o nascimento de Jesus, e segundo, por ser no dia 25 de dezembro o dia do meu nascimento.

Após 41 natais, ainda que o aprendizado seja insuficiente, aprendi algumas coisas e desaprendi outras, contudo, o que me deixa mais tranqüilo que nesta gangorra de aprender e desaprender, é que, ainda, muitas coisas serão agregadas à minha vida, enquanto outras serão extirpadas às vezes com anestesia e outras vezes doloridamente sem.

Aprendi que nem sempre teremos ao nosso lado as pessoas que desejávamos, pois, muita delas a própria vida se encarregou de levá-las para longe e até para a eternidade, contudo, olho para a minha família amigos e irmãos presentes, e hoje tenho certeza que tenho todos os que preciso ao meu lado.

Hoje compreendo que as pessoas são mais importantes do que as coisas, que uma amizade não vale uma promoção, que quando ferimos alguém em uma briga, somos também feridos, que o dinheiro embora importante, não é fundamental.

Que posso olhar para trás e dar boas risadas dos erros que cometi, quanto o eu de ontem era engraçado e tosco, o quanto fazia coisas que condeno hoje, mas também, o quanto o eu de hoje, toma decisões que condenava outrora.

E  se talvez estes meus dois eus, o de ontem e do hoje, tivessem se encontrado em algum momento e lugar na história, se antipatizassem um com o outro, sem perceberem que eles tinham mais coisas em comuns do que parecia, que a sobrevivência dos mesmos estavam profundamente interligada e interdependente.

Um dia acreditei que não o tinha tempo que passou, mas tinha todo o tempo do mundo, hoje eu sei que não tenho todo o tempo do mundo, pois a vida é seccionada pelo início e pelo fim, contudo, tive e terei todos os dias da minha existência.

Hoje, entendo que as pessoas são bem mais do que os meus olhos conseguem enxergar, pois as patologias óticas, fincadas nos preconceitos, jamais me permitiram conhecer alguém sem conviver o mínimo possível com ela, e por isso, neste convívio, sempre teremos gratas ou amargas supressas, contudo sem serem suficientemente frustrantes para querer viver isolado.

Sem qualquer resquício de narcisismo, já que não sou nacisista, descobri que depois de Deus, sou a pessoa que mais conseguiu acreditar em mim mesmo, pois depois de 41 anos de erros e acertos, de crises existenciais, de mudanças, de tristezas e alegrias, de perdas e ganhos, de idas e vindas, continuo acreditando neste projeto do Senhor que é a minha própria vida.

O presente me vez perceber, embora a gramática insista em dizer o contrário, que a vida é um verbo, multifacetada em ações e estados, que só se conjuga no gerúndio, vivendo.

Salmos 90 12 Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio.



Pr Jonas Silva






                                 

A HISTÓRIA DO NATAL EM CORDEL (REPUBLICADO)


Ficheiro:Literatura de cordel.jpg
A história do nascimento de Jesus, contada em CORDEL, que uma das expressões da cultura Nordestina.

Literatura de cordel é um tipo de poema popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome originado em Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. No Nordeste do Brasil, o nome foi herdado (embora o povo chame esta manifestação de folheto), mas a tradição do barbante não perpetuou. Ou seja, o folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.

 Os temas incluem fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas , temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900-1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883-1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.

No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.
(fonte Wikipedia)




OS SETE PECADOS CAPITAIS COMETIDOS PELA ESPIRITUALIDADE MODERNA



Um dos melhores episódios da série Dr. House, na minha opinião, é o 5o episodio da 1a temporada, onde ele trata de uma freira com alergia, que acreditava que possuía estigmas, contudo, o ponto alto do capítulo, é o dialogo entre Gregory House e uma outra freira na capela do hospital.

No Diálogo, Dr. House, com o sarcasmo que lhe é peculiar, aponta para o fato que os pequenos gestos da religiosa demonstravam o quanto a sua vida não estava liberta dos pecados considerados capitais.

Tal diálogo, me fez refletir acerca do quanto a nossa religiosidade encontra-se impregnada de carnalidade, de maneira que muitas das nossas atitudes apontam para uma premente necessidade de mudança, contudo, dentro de nosso relativismo, convivemos em verdadeira simbiose com nossas ambigüidades.

Inicialmente gostaria de ressaltar, que a gradação de pecados não encontra respaldo bíblico, pecado é pecado, não existe pecadinho ou pecadão, na ótica das Escrituras Sagradas.

Contudo, os pecados capitais definem algumas atitudes que apontam para o estilo de vida revestido de carnalidade.

O papa Gregório Magno no século VI instituiu os sete pecados capitais, que são os princípios que ferem a Deus, a própria pessoa e ao próximo.

Os sete pecados capitais são:

1) Gula: consiste em comer além do necessário e a toda hora;

2) Avareza: é a cobiça de bens materiais e dinheiro;

3) Inveja: desejar atributos, status, posse e habilidades de outra pessoa;

4) Ira: é a junção dos sentimentos de raiva, ódio, rancor que às vezes é incontrolável;

5) Soberba: é caracterizado pela falta de humildade de uma pessoa, alguém que se acha auto-suficiente;

6) Luxúria: apego aos prazeres carnais;

7) Preguiça: aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico.

Diante das definições dos pecados ditos capitais, comecei a refletir o quanto a espiritualidade moderna, embora de forma contraditória, vivencia uma espiritualidade que expressa carnalidade.

Vejamos os pecados ditos capitais aplicados a espiritualidade de nossos dias:

1) Gula: Quanto Cristãos são alimentados com a Palavra de Deus, contudo, como glutões não têm a menor disposição de compartilhar aquela palavra com pecadores famintos. O Cristão guloso, paga caro para ir a Congressos e capacitações, mas a não têm coragem de compartilhar o que foi ministrado com o Corpo de Cristo, que é a Igreja.

2) Avareza: Igrejas e Ministérios buscam bens materiais, contudo, esta riqueza só serve para o enaltecimento de sua própria bandeira denominacional, não investem em missões, não abrem congregações a não ser que lhe traga algum retorno financeiro, mesmo tendo recursos, não realiza ações sociais efetivas.;

3) Inveja: Ministérios brigam entre si, para demonstrarem qual é o melhor, o mais poderoso, vivenciamos dias de intensa disputa ministerial. Na ótica moderna, igrejas diferentes não são mais integrantes do indivisível Corpo de Cristo, mas sim concorrentes e rivais.

4) Ira: Na ótica da espiritualidade moderna, mercantilista em sua essência e carnal em sua prática, não se expressa o amor nos termos das Escrituras. Quantos líderes não respeitam o outro, não se falam, torcem para que o ministério do outro sucumba pelas adversidades e pela derrota.

5) Soberba: Na espiritualidade moderna não há espaço para a cooperação e mutualidade, os ministérios se acham auto suficientes, acreditam que não necessitam de nenhuma ajuda do ministério “rival”.;

6) Luxúria: A espiritualidade moderna, lastreada na teologia da prosperidade, forja uma igreja anacrônica que acredita em um Jesus que só serve para resolver os seus problemas financeiros, conjugais e de saúde, ou seja, o alvo desta espiritualidade, não é o transcendental, mas sim os bens materiais ;

7) Preguiça: Vivemos dias de uma Igreja que não prega a Palavra, que pessoas por mais recursos tecnológicos que possuam, têm cada vez menos tempo para as coisas do Senhor, O Cristão moderno é de ativistas social, mas um ocioso espiritual.




Pr. Jonas Silva.

DEP. JAIR BOSSANARO ALERTA AOS PAIS SOBRE APOLOGIA ÀS PRATICAS HOMOSSEXUAIS FINANCIADA PELO GOVERNO

VEJAM ESTE ALERTA!!! É MUITO SÉRIO.
O Deputado Jair Bossanaro fala sobre o ensino e o incentivo a praticas homossexuais, em escolas públicas, financiada pelo governo. Pronunciamento do dia 30 de Novembro de 2010.



Pr. Jonas Silva

QUEM COMPREENDE A MENTE DO PASTOR PARA SER SEU CONSELHEIRO?



Ser pastor é exercer uma das funções mais dignas e excelentes do mundo, pois ser ministro é trabalhar efetivamente na condução de vidas à eternidade, bem como, da implementação dos valores do Reino de Deus na vida do rebanho.

Contudo, não obstante a dignidade da função, estes dias estava conversando com um colega de Ministério, o qual compartilhava comigo, alguns embates que estava vivenciando, e percebi que tais embates não eram exclusividade sua, mas vejo, que muitos ministros espalhados na face da terra em menor ou maior grau também os vivenciam.

Ser Pastor é ter a capacidade de se alegrar com os que se alegram e chorar com os que choram em frações de segundo, quantas vezes, o ministro recebe a notícia de um nascimento de uma criança em um lar de seu rebanho, e expressa e sente toda alegria que o momento requer. Contudo, momentos depois, recebe a sórdida notícia da morte de uma ovelha, muitas vezes absurda, vil e inexplicável.

O pastor sofre estes picos de sentimentos, sem, contudo, fraquejar e ainda estar pronto para explicar o inexplicável, consolar o inconsolável, amar e dar atenção aos que no dia a dia o despreza.

Ser pastor é estar presente na vida de pessoas ausentes, pastores são abandonados no meio da caminhada, por pessoas que chegaram em seu rebanho quebradas e feridas, que foram amadas, cuidadas, edificadas. Quantas ovelhas nunca estão presentes quando mais os seus líderes precisam delas, mas sempre cobram a efetividade pastoral.

Ser Pastor é responder com o silêncio, as críticas, as acusações, e as injúrias, enfrentando as críticas infundadas de grupos que se formam dentro da igreja, que mesmo recebendo amor e resignação, destilam ódio e amargura.

Ser Pastor é ser justo com o injusto, pois, mesmo experimentando todo tipo de injustiça, o ministro nunca deixa de tratar a ovelha, como integrante de seu rebanho, sendo imparcial e constante.

Ser Pastor é dar quando precisa receber, pois mesmo passando por problemas, lutas, tristezas, chateado, desmotivado, sem vontade de cantar uma bela canção, mesmo assim, de domingo a domingo, encontra forças, para pregar, exortar, amar e cuidar.

Ser Pastor é não ter opção, diante de tantas opções, qualquer ovelha pode escolher não ir à igreja, fazer uma visita nos horários de reuniões, ou qualquer outra coisa do gênero, contudo, ao seu pastor nunca é reservado este luxo.

A família do Pastor talvez seja a maior vítima das lutas pastorais, pois os seus filhos, mesmo doentes, com provas para fazer, estão sempre presentes na igreja. Esposas e Filhos são testemunhas oculares do esforço dos seus “PAISTORES”, bem como, do descaso e da falta de amor que são tratados por seu rebanho.

Esposas de Pastor dividem seus esposos, não com uma amante, mais com um rebanho, pois, quantas vezes elas queriam estar com seus maridos a sós e discutir a relação, mas sempre estão acompanhados de ovelhas e discutindo o ministério.

Alguém já disse que de médico e louco todos temos um pouco, mas cheguei a conclusão que os Pastores têm muito destes dois extremos, pois mesmo vivenciando todas estas coisas, permanecem firme na fé e no ministério, e isto não é outra coisa se não loucura, por outro lado sempre se curam e é instrumento de cura na vida de seu rebanho.

É por essas e outras, que só quem consegue compreender a mente de um Pastor é outro Pastor, mas, você ovelha, mesmo sem entender, ame, zele, respeite, para que seus fardos sejam atenuados.



Pr. Jonas Silva






MEDIAÇÃO DE CONFLITOS UMA METODOLOGIA DO DIREITO COM PRINCÍPIO BÍBLICO





Estava assistindo no último sábado (20 de novembro de 10) a rede Globo, mais preciosamente o Globo Univesidade, e me chamou atenção a nova onda do poder judiciário americano, que é a mediação de conflitos, e percebi que á lógica do sistema, já havia sido ensinada a muito tempo pelo Senhor Jesus.
A metodologia da mediação de conflitos vem sendo a sensação no campo do direito, pois, tenta encontrar a solução de questões conflituosas por meio do dialogo, ou seja, tornar o litígio em consenso, ou próximo disso por  desição e ação dos próprios envolvidos.

Segundo Lilia Maia de Morais Sales, em (http://www.esmpu.gov.br/dicionario) “a  mediação representa uma forma consensual de resolução de controvérsias, na qual as partes, por meio de diálogo franco e pacífico, têm a possibilidade, elas próprias, de solucionarem seu conflito, contando com a figura do mediador, terceiro imparcial que facilitará a conversação entre elas.  A mediação possibilita a transformação da “cultura do conflito” em “cultura do diálogo” na medida em que estimula a resolução dos problemas pelas próprias partes. A valorização das pessoas é um ponto importante, uma vez que são eles os atores principais e responsáveis pela resolução da divergência.
Na pedagogia de Jesus parece a metodologia da mediação de conflitos, ocupou lugar fundamental na questão dos litígios entre irmãos, senão vejamos:




Lucas 18: 15 "Se teu irmão pecar [contra ti], vai argüi-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão. 16 Se, porém, não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas, toda palavra se estabeleça. 17 E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano "

Observe os passos ensinados porJesus na resolução de litígios ente irmãos:


1) Dialogo - vai argüi-lo entre ti e ele só


2) Uso do Mediador - Se, porém, não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas, toda palavra se estabeleça.


Veja que o foco do ensino de Jesus, é que os litigantes encontrem prioritariamente no dialogo a própria solução da questão conflituosa, fazendo uso de um mediador caso necessário, sem, contudo, na impossibilidade da resolução, levar em conta  a possibilidade do litígio ser levado ao tribunal, que no caso concreto é a própria comunidade dos fieis, a igreja.


No Evangelho de Lucas Cap 12 Jesus novamente ensina a importância do diálogo na resolução de litígios: “57 E por que não julgais também por vós mesmos o que é justo? 58 Quando fores com o teu adversário ao magistrado, esforça-te para te livrares desse adversário no caminho; para que não suceda que ele te arraste ao juiz, o juiz te entregue ao meirinho e o meirinho te recolha à prisão. 59 Digo-te que não sairás dali enquanto não pagares o último centavo.”
Observe que o nosso Senhor e Mestre recomenda, que o conflito seja resolvido antes do comparecimento ao Juiz, de preferência no caminho em direção do mesmo, ou seja, que se estabeleça o dialogo entre as partes e no dialogo o consenso, e do consenso a paz.


Neste sentido, Jesus aponta o uso do poder arbitral como último recurso, após esgotados as tentativas de conciliação por meio do dialogo, pois, a principal e mais difícil tarefa de um Juiz, não é estabelecer a justiça, mas sim promover a paz.


Nem sempre uma decisão arbitral, mesmo lastreada no justo e na justiça, convencerá, e, satisfará plenamente todas as partes envolvidas, cessando assim o conflito pessoal, restabelecendo a paz e a comunhão. Mas Jesus, que é o Príncipe da Paz, aponta para o fato que o dialogo e mediação, não só promove a justiça, mas principalmente a Paz.

O litígio muitas vezes é necessárel e até inevitável, contudo a quebra de comunhão, a raiz de amargura, o ódio e sentimentos do gênero, sempre estarão fora dos planos de Deus (RM 12:18) se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens, por isso, justiça boa não é aquela que simplesmente promove a justo, mas, principlamente a que consegue reestabelecer a paz e a comunhão, e neste sentido a mediação de conflitos, torna-se bem mais eficaz.






Pr. Jonas Silva






FÉ EM AÇÃO

A nossa Igreja (Igreja Batista Missionária Casa Forte), juntamente com o projeto Mão Amiga (Igreja Batista Alto Santa Izabel), projeto viver com Cristo (Alunos do Seminário Pentecostal do Nordeste), com o apoio das lideranças comunitárias de Santana, Torres Lemos e Vila Vintém, realizou no dia 20 de Novembro de 2010 o I - FÉ EM AÇÃO.

O Fé em Ação consistiu em ofertar Serviços Assistenciais às Comunidades Carentes do entorno da nossa Igreja.

Foi ofertado no Dia:

Aferição de Pressão arterial
Teste de Glicose
Corte de Cabelo
Curso de confecção de Pão e Pizza
Curso de Artesanato
Curso de Pintura de Camisas
Assessoria Jurídica
Recreação Infantil
Fotografias para documentos
Torneio de Futebol

Foram dias de intenso trabalho, mas valeu a pena, pois como diz as escrituras:  Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos.(Salmos 126:6)


Veja o Vídeo do I - FÉ EM AÇÃO

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Pr Jonas Silva

O MANIFESTO PRESBITERIANO SOBRE A HOMOFOBIA


O chanceler e reverendo da Universidade Presbiteriana Mackienzie, Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes, divulgou uma carta pública no site da instituição na última terça-feira (10) declarando que a comunidade Presbiteriana e a instituição de ensino a qual ele representa é contra a aprovação da lei "anti-homofobia".

 
Intitulado "Manifesto Presbiteriano sobre a Lei da Homofobia", o texto inicia citando o Salmo 1 e, apoiado nele, atenta para o fato de que a cultura brasileira está "permeada pelo relativismo moral e cada vez mais distante de referenciais que mostram o certo e o errado".

Já no segundo parágrafo, o reverendo vai direto ao ponto e diz que no momento atual "uma questão tem chamado a atenção do povo brasileiro, é o projeto de lei em tramitação da Câmara que pretende tornar crime manifestações contrárias à homossexualidade" E defende o DIREITO, LEGÍTIMO EM UM ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, de poder criticar estilos de vida que estejam em desacordo com as ideias da igreja, no caso, a homossexualidade.
O manifesto afirma que pretende servir de orientação para a comunidade acadêmica. A carta continua e diz que repudia a ideia de que as manifestações bíblicas contra a homossexuais sejam caracterizadas como homofóbicas. Diz ainda que os profissionais da igreja têm o direito de criticar estilos de vida que não são compatíveis com a vida na fé.
Você poder ler a carta na íntegra a seguir e no site da instituição. http://www.mackenzie.br/manifesto_presbiteriano.html

"Manifesto Presbiteriano sobre a Lei da Homofobia

Leitura: Salmo

O Salmo 1, juntamente com outras passagens da Bíblia, mostra que a ética da tradição judaico-cristã distingue entre comportamentos aceitáveis e não aceitáveis para o cristão. A nossa cultura está mais e mais permeada pelo relativismo moral e cada vez mais distante de referenciais que mostram o certo e o errado. Todavia, os cristãos se guiam pelos referenciais morais da Bíblia e não pelas mudanças de valores que ocorrem em todas as culturas.

 
Uma das questões que tem chamado a atenção do povo brasileiro é o projeto de lei em tramitação na Câmara que pretende tornar crime manifestações contrárias à homossexualidade. A Igreja Presbiteriana do Brasil, a Associada Vitalícia do Mackenzie, pronunciou-se recentemente sobre esse assunto. O pronunciamento afirma por um lado o respeito devido a todas as pessoas, independentemente de suas escolhas sexuais; por outro, afirma o direito da livre expressão, garantido pela Constituição, direito esse que será tolhido caso a chamada lei da homofobia seja aprovada.

A Universidade Presbiteriana Mackenzie, sendo de natureza confessional, cristã e reformada, guia-se em sua ética pelos valores presbiterianos. O manifesto presbiteriano sobre a homofobia, reproduzido abaixo, serve de orientação à comunidade acadêmica, quanto ao que pensa a Associada Vitalícia sobre esse assunto:

"Quanto à chamada LEI DA HOMOFOBIA, que parte do princípio que toda manifestação contrária ao homossexualismo é homofóbica, e que caracteriza como crime todas essas manifestações, a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre o homossexualismo como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos.

Visto que: (1) a promulgação da nossa Carta Magna em 1988 já previa direitos e garantias individuais para todos os cidadãos brasileiros; (2) as medidas legais que surgiram visando beneficiar homossexuais, como o reconhecimento da sua união estável, a adoção por homossexuais, o direito patrimonial e a previsão de benefícios por parte do INSS foram tomadas buscando resolver casos concretos sem, contudo, observar o interesse público, o bem comum e a legislação pátria vigente; (3) a liberdade religiosa assegura a todo cidadão brasileiro a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, sendo a este vedada a interferência nas formas de culto, na subvenção de quaisquer cultos e ainda na própria opção pela inexistência de fé e culto; (4) a liberdade de expressão, como direito individual e coletivo, corrobora com a mãe das liberdades, a liberdade de consciência, mantendo o Estado eqüidistante das manifestações cúlticas em todas as culturas e expressões religiosas do nosso País; (5) as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil firma suas crenças e práticas, ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação; e que Jesus Cristo ratificou esse entendimento ao dizer, ". . . desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher" (Marcos 10.6); e que os apóstolos de Cristo entendiam que a prática homossexual era pecaminosa e contrária aos planos originais de Deus (Romanos 1.24-27; 1Coríntios 6:9-11).

A Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a aprovação da chamada lei da homofobia, por entender que ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos, ao mesmo tempo em que minimiza, atrofia e falece direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna e pela Declaração Universal de Direitos Humanos; e por entender que tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais.
Portanto, a Igreja Presbiteriana do Brasil reafirma seu direito de expressar-se, em público e em privado, sobre todo e qualquer comportamento humano, no cumprimento de sua missão de anunciar o Evangelho, conclamando a todos ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo".

 
Rev. Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes

Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie"

O MANIFESTO VEM CAUSANDO POLÊMICA, CONTUDO GOSTARIA DE CONCLAMAR A IGREJA DO SENHOR JESUS,  INDEPENDENTE DA TORCIDA DENOMINACIONAL, A TOMAR A SUA POSTURA PROFÉTICA, DE DENUNCIA DO PECADO, EXPRESSANDO O SEU APOIO AO MANIFESTO.

Pr Jonas Silva

A Religiosidade na visão de o Grande Inquisidor de Dostoiévski



O romancista russo Fiódor M. Dostoiévski, em sua obra Os irmãos Karamázov, traz um capítulo denominado: O GRANDE INQUISIDOR, que ao meu ver é genial para analisarmos o espiríto de religiosidade que  permeia a prática cristã da Igreja.
Tomei emprestado um resumo e comentário  do capítulo escrito  pelo Pr. Ricardo Gondim.


Enquanto Jesus operava milagres curando e ressuscitando mortos, o cardeal da cidade, o Grande Inquisidor, reconheceu o Senhor e o prendeu. Na penitenciária, questionou Cristo para saber por que ele voltara. O diálogo tornou-se tenso e cheio de revolta: "És Tu, és Tu?". Não recebendo resposta, acrescentou rapidamente: "Não digas nada, cala-te. Aliás, que mais poderias dizer? Sei demais. Não tens o direito de acrescentar uma palavra mais ao que já disseste outrora. Por que vieste estorvar-nos?".

O sacerdote extravasou sua ira porque Cristo havia proposto uma liberdade diferente da pregada pela igreja. Raivoso, alegou que "foram necessários quinze séculos de rude labor" para restaurar o estrago feito por Jesus e devolver aos homens o que ele considerava a verdadeira liberdade. Diante de Cristo manietado, continuou mostrando que a religião possuía uma liberdade maior que a de Jesus: "Fica sabendo que jamais os homens se acreditaram tão livres como agora, e, no entanto, eles depositaram a liberdade humildemente a nossos pés". O Grande Inquisidor, a seguir, passou a ensinar para Jesus que seu maior erro foi acreditar que os seres humanos valorizam o livre-arbítrio. A igreja teria corrigido essa falha. Tanto ele como seus colegas de sacerdócio vinham se esforçando por suprimir a liberdade proposta por Jesus com o propósito de tornar os homens mais felizes.

O Grande Inquisidor acusou Cristo de haver fracassado na tentação do deserto. Ele só recusara a proposta do Diabo de transformar pedras em pão (Mt 4.1-11) para não privar a humanidade de experimentar verdadeira liberdade. Caso ele operasse o milagre, os homens teriam obrigação de se tornarem seus discípulos, pois a sobrevivência humana dependeria de futuras intervenções divinas. Jesus achava que estaria comprando a lealdade de seus seguidores a preço de pão. E a acusação do Inquisidor concentrou-se em mostrar a inutilidade dessa opção do Senhor, pois as pessoas não querem viver livres.

O Grande Inquisidor usa do mesmo argumento quando afirma que Cristo errara ao abdicar à prerrogativa de pedir que Deus o livrasse fazendo-o aterrissar suavemente caso se jogasse do pináculo do templo. Segundo o algoz sacerdote, era vão querer discípulos por amor. As pessoas desejam seguir a Deus em troca de milagres e maravilhas. Elas negociariam a liberdade pela segurança de um mundo previsível, sempre controlado pela constante intromissão de Deus.

O religioso ainda declara que Cristo cometera um monumental deslize ao recusar a oferta do Diabo de conquistar os reinos do mundo. Bastava que ele o adorasse por um instante e não haveria mais guerras, fomes ou injustiças no planeta. Os reinos pertenceriam a ele e a ordem estaria segura.
Ao ler Dostoiévski percebo tanto a universalidade como contemporaneidade de seu pensamento. A religião anda na contramão do ensino de Jesus quando promete um mundo sem percalços e sempre previsível. Quando Os irmãos Karamázov foi escrito, essa teologia utilitária, que promete dourar a pílula da vida, ainda não se difundira tanto, mas foi amplamente denunciada. Jesus não quer ser amado pelo que dá, mas por quem ele é.

Os evangélicos brasileiros precisam acordar para o cerne do Evangelho que não promete um mundo seguro, sem perigos e livre de sofrimentos. A boa notícia é que o Senhor se dispõe a nos acompanhar em qualquer circunstância. Ouve-se, com freqüência, entre os evangélicos que Deus dará tudo o que seus filhos pedirem se, prostrados, o adorarem. Cuidado! Essa frase foi proferida por Satanás.



O PESO DE MUITAS MEDIDAS: COMO AVALIAMOS VIDAS E MINISTÉRIOS



Na revista veja da semana, passada foi publica uma matéria sobre qual era o mais Beatles dos Beatles, se Jonh Lenon ou Paul Macartney. O autor, na tentativa de resolver a questão, criou uma série de parâmetros para estabelecer quem seria o maior expoente da banda inglesa.

A questão aguçou o meu “reflexomêtro”, e comecei a pensar com os meus botões que a questão de estabelecermos uma gradação de importância entre as pessoas acompanha o homem desde os seus primórdios: “quem é o melhor e o maior?” é um pergunta que sempre está nos circundando.

Os Discípulos de Jesus indagaram Jesus sobre a mesma questão: Marcos 10 “35 Então, se aproximaram dele Tiago e João, filhos de Zebedeu, dizendo-lhe: Mestre, queremos que nos concedas o que te vamos pedir. 36 E ele lhes perguntou: Que quereis que vos faça? 37 Responderam-lhe: Permite-nos que, na tua glória, nos assentemos um à tua direita e o outro à tua esquerda. “

Sob a perspectiva humana, a pergunta seria bem natural, pois a competitividade faz parte da natureza do homem. Contudo, Jesus não questionou a competitividade, mas os parâmetros usados para estabelecer quem é o maior ou melhor: Marcos 10 “42 Mas Jesus, chamando-os para junto de si, disse-lhes: Sabeis que os que são considerados governadores dos povos têm-nos sob seu domínio, e sobre eles os seus maiorais exercem autoridade. 43 Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; 44 e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos. 45 Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.”

É muito comum a igreja se apropriar dos valores distorcidos do mundo para avaliar vidas cristãs e ministérios. Parece que sempre estamos à procura do melhor pastor ou pregador, do maior ministério, percorrendo o sentido contrário ao apontando pela Palavra de Deus.

Quando avaliamos vidas cristãs, tomamos como parâmetro principal a manifestação de dons espirituais, contudo, o próprio Jesus nos ensina que esse parâmetro é falacioso e escorregadio: Mateus 7:" Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? 23 Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade."

Quantas pessoas hojem buscam experiêcias místicas e fazedores de milagres, e atribuem a eles o título de supercrentes. Contudo, Jesus aponta que o caminho mais seguro seria observar a manifestação do fruto do Espiríto Santo na vida de cada cristão. Carisma sem caráter é ambinguidade.

A vontade de servir é encarada com desprezo pela Igreja hodierna. O que é importante é a imagem do obreiro e para isso, vale tudo: lentes de contatos, alisar e pintar o cabelo, ternos caros, sapatos caros, ou seja, ostentação de toda sorte e ordem.

O pastor moderno quer os seus pés lavados, mas lavar os pés dos discípulos, como fez Jesus Cristo, é um tanto estranho e não pega bem para os superpregadores da igreja moderna.

Fico imaginando no dia falado por Jesus, quantos pregadores de multidões e pastores famosos, pois milagres dão IBOPE, que fundamentavam o seu ministério não em uma vida de santindade, mas no terreno pantanoso do misticismo, serão extirpados da presença do Senhor Jesus Cristo.

Já para avaliarmos ministério, usamos como parâmetros o poder de econômico, se a denominação tem grandes catedrais, se possui programa televisivo, se abre igrejas em locais privilegiados em formato de franquia, quando deveríamos observar o serviço não só exclusivista, em prol de uma uma única bandeira denominacional, mas sim, o serviço ao Corpo de Cristo e do Reino de Deus .

Hoje se confunde ação missionária com expansão de mercado. Recursos do Reino de Deus são desviados da atividade genuínamente missionária para dividendos para o ministério.

Fica a indagação: Em nossa ótica, os nossos melhores Crentes, Pastores e Pregadores e os maiores ministérios, também são na ótica bíblica?



Pr Jonas Silva

ANOREXIA ESPIRITUAL UM PROBLEMA DA IGREJA MODERNA


A anorexia nervosa é um transtorno alimentar caracterizado por uma rígida e insuficiente dieta alimentar (caracterizando em baixo peso corporal) e estresse físico. A anorexia nervosa é uma doença complexa, envolvendo componentes psicológicos, fisiológicos e sociais.

Os estudiosos afirmam em linhas gerais que uma pessoa normal necessita ingerir 2.228 calorias oriundas de alimentos variados, que venham fornecer além da energia necessária, os nutrientes responsáveis para a manutenção do organismo.

Uma coisa que aprendi desde os primeiros passos na minha caminhada cristã, que a Palavra de Deus é o alimento espiritual, ou seja, ela fornece os nutrientes necessários para o desenvolvimento espiritual sadio.

Contudo, merece uma reflexão como anda a dieta espiritual dos cristãos de nossa geração, qual a quantidade e a qualidade do alimento oriundo da Palavra que vem sendo consumido.

É comum e desejável para uma boa manutenção orgânica, que as pessoas realizem três grandes refeições diárias (café, almoço e jantar) intercalados com lanches. Contudo, para a manutenção de suas vidas  espirituais,  qual a quantidade de refeições espirituais os cristãos vem realizando? Quantas leituras bíblicas são realizadas durante o dia? Quantos minutos de devocionais e de oração são destinados diariamente? Desta análise, podemos separar os crentes em alguns grupos, que caminham para a anorexia espiritual:



a) Crente “faquir”: É aquele que consegue manter a sua vida espiritual com uma única refeição semanal, geralmente aos domingos, eles pensam que a pregação dominical dará a energia e os nutrientes necessários para a manutenção de sua vida espiritual.



b) Crente “Fast food”: É aquele que faz a leitura da Palavra em caixinhas de promessas, realiza quatro orações diárias, geralmente pelas refeições e uma ao dormir.



c) Crente “Junk Food”: É aquele que consome alimentos de péssima qualidade nutricional, alimenta-se das pregações de auto-ajuda, oriundas da teologia da prosperidade, que geralmente são veiculadas nos programas evangélicos televisivos.



d) Crente “bulimico”: É aquele que vomita toda o alimento espiritual que ingere, ou seja, não retém nada, põe para fora por meio da crítica e da dureza de coração todas as verdades bíblicas que lhe foram pregadas.

A má qualidade nutricional da dieta espiritual de muitos cristãos vem estabelecendo uma geração de crentes desnutridos e que não se desenvolvem espiritualmente. Infelizmente é estarrecedora a constatação que a leitura bíblica foi banida das agendas de muitos membros de igrejas.

É impossível que alguém viva um cristianismo bíblico sem a Bíblia, mas, infelizmente é a tarefa que muitos intentam fazer, por isso, vem se estabelecendo um cristianismo anacrônico, fundamentado na experiência e nas pregações distorcidas de falsos mestres.

O problema da desnutrição espiritual possui dois fatores que contribuem isoladamente ou concomitantemente para o quadro.

A Igreja que priva os seus rebanhos da pregação expositiva e bíblica, que em nome do sucesso ministerial, foca a sua ação pastoral em entretenimento espiritual, não fornecendo um alimento sólido e consistente, formando uma verdadeira Somália espiritual, de crentes sem vigor e vida cristã genuína.

O segundo fator é desinteresse dos crentes pela Palavra de Deus, pois hoje, cada vez mais a práxis cristã, vem se moldando a necessidades e idiossincrasias humanas, em virtude disso muitos cristãos cortaram de suas vidas as verdades inconvenientes consignadas nas Escrituras, que confrontam os seus estilos de vidas.

Por isso, infelizmente temos que firmar a constatação, vivemos em meio a uma geração de anoréxicos espirituais. A desnutrição alimentar vem sendo uma preocupação de várias entidades espalhadas na face da terra. Mas, quem cuidará da desnutrição espiritual?




Pr. Jonas Silva

ELEIÇÕES 2010: CARTA ABERTA ASSINADA POR PASTORES PERNAMBUCANOS

Estou postanndo uma carta aberta, tratando da Eleição Presidencial 2010, assinada pelos seguintes pastores pernambucanos:
Ney Ladeia ( Igreja Batista da Capunga)
José Almeida Guimarães (Igreja Batista Brasileira)
Francisco Técio (Assembléia de Deus)
Dom Paulo Garcia (Bispo da Igreja Episcopal Carismática)
Paulo Ortêncio (Igreja Batista em Jardim São Paulo)
Silas Menezes (Igreja Presbiteriana do Brasil)
Pedro Menezes (Conselho de Pastores)
                                                                          click em cima da figura

O TEN CEL NASCIMENTO LAVOU MINHA ALMA, MAS JESUS LAVOU MEUS PECADOS


Fui ao cinema nestes dias para assistir o filme TROPA DE ELITE 2, como militar, identifiquei-me com a causa do Ten Cel Nascimento, e enxerguei uma radiografia do sistema que nos circunda.

Talvez o amado Leitor esteja se perguntando, o que uma figura truculenta, violenta em guerra com seus próprios fantasmas pessoais, tem de cristão?.

A resposta em princípio, seria nada, contudo, percebo que como cristãos deveríamos ter muitas coisas do Ten Cel Nascimento, e esta talvez esta seja a lição mais confrontadora do filme.

O Ten Cel Nascimento era dotado de uma compreensão da guerra na qual estava inserido, sabia quem era o inimigo, tratava-o como tal, viviava esta que guerra cotidianamente, e estava comprometido com a mesma.

Como cristãos estamos em meio a uma guerra, uma guerra espiritual claro, contudo, qual o nível do comprometimento que temos com ela, será que tratamos o nosso inimigo como tal, ou fizemos uma aliança de paz como ele. Vivemos diuturnamente esta guerra? Estamos dispostos a perder a nossa vida por ela?

Queremos a paz, mas, esquecemos, por mais contraditório que seja, que a paz e a justiça brota muitas vezes da guerra, queremos a paz, justiça social, salvação dos nossos entes queridos, que Jesus seja o Senhor do Brasil, que o Reino de Deus se estabeleça, mas tudo isso é fruto de conquistas realizadas em nosso campo de batalha espiritual.

O Ten Cel Nascimento se mostra extremamente comprometido com o seu Batalhão, Batalhão de Operações Especiais (BOPE), mesmo longe, ele não se esquece dos seus ex-comandados, fortalece a estrutura da Unidade, aumenta o seu efetivo.

Qual o nível de comprometimento que temos com os nossos batalhões, ou melhor, igrejas, será que buscamos fortalecê-las ou simplesmente a criticamos por tudo, estamos inseridos nela, mas como um corpo estranho, caracterizado pela apatia, crítica, resistência, mal vontade, isto nos leva a pensar: Finalmente quem é o nosso inimigo?.

O Ten Cel Nascimento, no episódio da morte do Cap Matias, reconhece o valor de um combatente morto em combate.

Alguém já disse: “Que a igreja é o único exército no mundo que mata seus próprios soldados", é notório que quando algum combatente cristão cai em meio aos embates espirituais desta vida, a tristeza, o pesar, a indignação, a solidariedade são substituídos, pela acusação, pela crítica, pela euforia que se materializa, no sórdido desejo de contar a última. Os Exércitos possuem seus hospitais de campanhas, para cuidar dos combatentes feridos, contudo, a igreja, como exército, prefere fazer uso do cemitério, sepultando os feridos ainda vivos, agonizantes de dor, dor e ferimentos produzidos: por seus erros, ambigüidades, fraquezas, pelo mundo e pelo Diabo com sua milícia.

O Ten Cel Nascimento pagou um preço muito alto por seu envolvimento com a guerra, perdeu a sua própria família.

Uma frase que citamos muito é: “que nenhum sucesso na vida compensa o fracasso no lar”, contudo esta frase não encontra respaldo bíblico, quando se trata do Reino de Deus, pois Jesus nos ensina em Marcos 10 :29:— “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: aquele que, por causa de mim e do evangelho, deixar casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos ou terras”. Entrar em guerra é sair da zona de conforto, estar disposto até mesmo a perder o que mais valorizamos, por amor à causa. O problema do Evangelho neo pentecostalizado e da teologia da prosperidade, é que ensina um evangelho só de lucros, mas Jesus pregou e viveu um evangelho de perdas de coisas temporais em detrimento da conquista das coisas eternas.

O ponto alto do filme, e digo isto, como militar, foi quando Ten Cel Nascimento nos dá uma aula sobre o que é indignação, dando uma sorva no desonesto Secretário de Segurança Pública.

A indignação não combina com o conformismos, pois nos leva a separarmos muitas vezes, mesmo que arriscadamente, o trigo do joio, tratar os falsos irmãos como tal, as falsas doutrinas como lixo, expulsar os vendedores do templo de forma rompante.

Quando vislumbramos o sistema político e espiritual que sustenta a violência, só temos uma coisa a dizer: O Ten Cel Nascimento lavou minha alma, mas graças ao meu bom Deus que Jesus lavou os nossos pecados.



Pr. Jonas Silva.







A celeuma entre o Pr. Silas Malafaia e o Bispo Edir Macedo (Resposta do Pr Silas)

Veja as explicações do Pr Silas Malafaia, acerca das declarações do Bispo Edir Macedo, sobre as posturas políticas do Pastor Silas.








Pr. Jonas Silva

DIA DOS COMERCIÁRIOS: UM FERIADO EVANGÉLICO BRASILEIRO



Eu sei que algumas verdades são bem inconvenientes, contudo, o objetivo do blog, realmente é trazer reflexões, sobre estas questões, que muitas vezes me incomodam e que nem sempre temos as respostas.

Nunca quisemos e nem podemos querer, ao trazer determinadas reflexões nos colocarmos em um patamar superior as demais pessoas, por isso, sempre usamos na maioria das vezes a primeira pessoa do plural em nossos posts, pois ao falarmos da Igreja, temos que entender que somos parte dela. Contudo, como diz aquela canção da Banda Resgate: “não podemos deixar de falar daquilo que nossos olhos não se cansam de enxergar”.

Neste domingo Filipe, nosso filho de 05 (cinco) anos, foi que nos deu o mote para este post. Ao nos deslocarmos para igreja, ele nos fez lembrar que amanhã, em nossa cidade, é o feriado dos dias dos trabalhadores do comércio (comerciários). O que nos pensar sobe a estreita relação entre a Igreja Moderna e os funcionários do comércio.

Temos visto nestes dias a Igreja vendendo aquilo que ela recebeu de graça: a fé, a esperança, o conhecimento, os dons e talentos, o poder de Deus etc.

O comércio eclesiástico encontra supedâneo na desculpa da manutenção e provisão dos projetos evangelísticos da igreja e ministérios, mas fico pensando será que realmente é este o objetivo? Ou será que a desculpa, encobre o sentimento de sórdida ganância, onde o objetivo principal não é o estabelecimento do Reino de Deus, mas sim, o de impérios pessoais e denominacionais.

As estratégias de marketing eclesiástico são gritantes e estarrecedores, muitas igrejas são abertas com franquias, por meio de estratégias de mercado, em locais onde poderão trazer melhor retorno financeiro para a denominação ou ministério.

Nesta lógica mercantilista, abrir igrejas em lugares pobres, longínquos, onde a sua manutenção só representem custo para as igrejas ou ministérios, torna-se uma heresia, quase um pecado capital, ou porque não dizer capitalista.

As Igrejas do outro lado da rua, ou do bairro, tornam-se não mais integrantes do mesmo Corpo de Cristo, destinadas a morarem no mesmo céu, mas sim concorrentes, importando que a nossa placa

Os programas das Igrejas, acampamentos, peças teatrais, e demais eventos só são abençoadores se deixarem algum lucro ao ministério. Não faz sentido fazer um programa que o único retorno seja abençoar a vidas, pois vidas transformadas nunca são creditadas em nossas contabilidades eclesiásticas.

Nesta lógica vendem-se de tudo, desde quinquilharias: terra de Israel, sabonete abençoado, sal, rosas ungidas, água do rio Jordão, óleo consagrado, e demais indulgencias medievais contemporanizadas.

O mundo artístico os artistas “gospels” cobram o seu peso em ouro, para se apresentarem gerando lucros astronomicamente superiores aos recursos necessários para a sua sobrevivência.

Vendem-se congressos de avivamento e de adoração ao preço da última coca cola do deserto.

Nunca conseguimos entender por que as Bíblias são tão caras, por que os lançamentos editoriais evangélicos custam mais dos os lançamentos das editoras não cristãs.

Fico imaginando se Jesus entrassem em nossas igrejas, congressos e shows, será que ele não faria o que fez ao entrar no templo, em Jerusalém, expulsando de forma rompante os vendedores daquele lugar.


Pr. Jonas Silva




V - BOM É SER CRIANÇA

No dia 12 de Agosto a nossa Igreja, IGREJA BATISTA MISSIONÁRIA CASA FORTE, realizou o V - BOM É SER CRIANÇA, no Espaço Nave, foram momentos de alegria e descontração, confira as imagens do evento.

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Pr Jonas Silva

O CRISTIANISMO PETISTA ENXERGADO POR FREI BETTO


Nestes últimos dia me chamou atenção as declarações do Frei Betto sobre o testemunho cristão da Candidata Dilma Rouseff, publicada Publicado no Tendências & Debates da Folha de S.Paulo disponível na íntegra http://altamiroborges.blogspot.com/2010/10/frei-betto-dilma-e-fe-crista.html.

Frei Betto é uma notável figura da igreja católica que tem como. Adepto da Teologia da Libertação, é militante de movimentos pastorais e sociais, tendo ocupado a função de assessor especial de Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2003 e 2010. Frei Betto, foi coordenador de Mobilização Social do programa Fome Zero.

O Cristianismo oriundo da Teologia da Libertação na verdade é uma interpretação Bíblica a partir de pressupostos marxistas, que leva a entender a vida cristã e os ensinos Bíblicos sob uma perspectiva de lutas de classes.

Quando eu vejo Frei Betto falar do testemunho cristão de Dilma e do Presidente Lula, só posso entender que o Cristianismo que ele esteja falando, seja o “cristianismo da teologia da libertação”, tendo em vista que o cristianismo bíblico requer bem mais do discípulo do que a mera promoção da igualdade social, já que às obras, na ótica Bíblica, nada mais são do que o fruto da fé e de uma vida transformada por Deus.

Não compreendo esse cristianismo que leva pessoas a pegar em armas, promovendo uma revolução, tentando impor um sistema político socialista, que alega que a religião é o ópio do povo.

Este Cristianismo armado não encontra lastro nos ensinos e vida de Jesus, já que, o nosso Senhor e Mestre preferiu fazer outro tipo de revolução, que por não ter sido política, foi incompreendido pelos Judeus dos seus dias.

Não compreendo um Cristianismo destituído de valores éticos, que promove a injustiça, ao tratar o injusto como justo, protegendo políticos fichas sujas e bandidos comuns .

Não compreendo um cristianismo que não se contrapõe aos regimes políticos castradores e tirânicos, antes sempre se mostra favorável, amigável e até um franco defensor, será que a justiça e ética social cristã está restrita a um limite territorial, ou deveria ser estendida a toda humanidade?

Não compreendo um cristianismo que se congratula com torturadores e assassinos, e se cala ante a morte de homens como o Cubano Orlando Zapata que nada mais queria do que a concretização em sua sociedade, de Justiça, liberdade e igualdade, sentimentos cristãos silenciados e castrados pela mesma revolução marxista.

Não compreendo um Cristianismo ambíguo, que se diz cristão mas proclama valores contrário aos ensinos bíblicos proclamados e vividos por Jesus, tais como: aborto, casamento homossexual, e usa a mentira como forma de discurso.

Os parâmetros utilizados por Frei Betto para mensurar uma vida cristã, pelo menos em suas palavras, foram: ter estudado em colégio cristão, ir as missas, rezar e coisas do gênero. Partindo desde pressuposto, fica a dúvida, será que os torturadores denominados de ateus praticantes, não iam à igreja, não faziam as sua preces, talvez até fossem pessoas caridosas? Ou seja, não viviam o mesmo cristianismo petista. Ou será que a inquisição foi realizada por ateus praticantes?.

Talvez o cristianismo enxergado e comentado pelo nosso amado Frei, seja o cristianismo ultrapassado e equivocado da teologia da libertação, ou o cristianismo eleitoreiro da campanha presidencial, que não tem como ponto de partida, o voto com Deus, mas, sim outros tipos de votos. Contudo, uma coisa sei com certeza, não é o cristianismo do qual nos fala e ensina a Bíblia Sagrada.



Pr. Jonas Silva

RAZÕES PARA NÃO VOTAR EM DILMA ROUSSEFF



Não queremos demonizar a Candidata do PT ou beatificar o Serra, mas sim, fazer uma reflexão acerca dos fatos que norteiam a minha opção eleitoral, então vejam algumas razões para não votar em Dilma Rousseff.

1. A candidata do PT é uma incógnita, nunca a vimos administrar um município, um estado, desempenhar qualquer cargo eletivo de expressão, não sabemos realmente o que ela pensa, quais são os seus reais princípios e valores;

2. Ela não só representa o continuísmo do PT em relação os programas sociais e política econômica, representa também, no desrespeito a ética, a propriedade privada, os valores cristãos da família, na desconsideração a vontade popular, no clientelismo partidário e coisas do gênero;

3. Embora todo o esforço do nosso Presidente, para tentar transformar a Dilma Rousseff em um Lula de saias, devemos lembrar que os dois têm origens diferentes ( O Lula foi um retirante nordestino, a Dilma filha de ricos empresários estrangeiros radicados no Brasil), histórias diferentes ( O Lula foi sindicalista enquanto a Dilma foi uma guerrilheira criminosa). É uma afronta à inteligência dos Brasileiros, querer que acreditemos que a única diferença entre a Dilma e o Lula seja apenas um dos dedos das mãos (Dilma - 10 dedos, enquanto Lula - 09 dedos);

4. A Candidata do PT hoje freqüenta cultos evangélicos, se mostra incoerentemente contra o aborto, mas as suas raízes marxistas e Petistas revelam que tais posturas nada mais são que puras estratégias eleitoreiras;

5. Se a família é a célula mater da sociedade, sendo a mesma uns dos critérios bíblicos para avaliar um candidato ao ministério, quem conhece o marido da Dilma, onde estão seus filhos?

6. O Governo do PT, reclamava da ditadura militar, mais na primeira oportunidade, age como se fosse uma, senão vejamos tais fatos: A aproximação com regimes totalitários (CUBA, IRÂ, VENEZUELA), a constante perseguição à liberdade de imprensa, utilização da Máquina Pública para espionar pessoas vilipendiando liberdades e garantias individuais, bem como, nunca se viu na história do Brasil um presidente que baixasse mais medidas provisórias do que o do PT;

7. O PT é notadamente contrário aos valores cristãos, em questões como: união homossexual, descriminalização do aborto e liberação das drogas, e duvido que a Dilma, Marxista e Petista Histórica expresse opiniões diferentes sobre tais temas;

8. O PT institucionalizou o maior programa de compra de votos da história do Brasil, que é o “bolsa família”, que embora tenha seus méritos, não passa de um programa assistencialista e sem um aperfeiçoamento sério, está formando uma classe de cidadãos parasitas do Estado;

9. O PT desafia a inteligência do povo Brasileiro, ao tentar que o mesmo acredite que o Brasil começou no governo Lula, que antes dele e depois dele nunca houve e há um processo histórico em andamento, que vem concorrendo para o sucesso da nação em determinadas áreas, dentre os quais, no campo econômico, ressaltamos, que o Governo Fernando Henrique contribuiu de forma significativa. (Querer dividir a História do Brasil em AL – Antes de Lula e DL- Depois de Lula é demais)

10. A escolha de Dilma para ser candidata à presidente pelo presidente Lula, foi uma prova de arrogância e prepotência, já que em um partido com tanto nomes de expressão, foi escolhida uma candidata destituída de qualquer relevância no cenário político nacional.

11. Dilma não passa de uma mera peça no tabuleiro do projeto de Poder do PT.

Pr Jonas Silva


 

QUEM NÃO TEM PEDRA QUE ATIRE O PRIMEIRO PECADO





Nestes dias de disputas eleitorais, após mudanças de opiniões de pastores, com direito a designações nada puritanas, comum ao linguajar santo, para definir candidatas a presidente do Brasil. Aliada a pendenga e com trocas de adjetivos nada cordiais, entre ministros do evangelho

Veio-me na mente, o quadro narrado no Evangelho de João cap 8 dos versos 1 ao 11, onde uma mulher flagrada em adultério foi trazida a presença de Jesus por um grupo de Escribas e Fariseus, invocando a lei Mosaica para respaldar o apedrejamento da mesma.

Ante o fato, Jesus conduz a cada um dos integrantes daquele grupo, a fazer uma reflexão sobre a sua própria vida, e não mais serem simplesmente juízes daquela mulher, mas sim de si mesmo. O que os demoveu da ideia de apedrejamento.

Ante o cenário que acabei de descrever, comecei a pensar quantos cristãos, tomam a postura daquela turba, ansiosa por uma justiça que muitas vezes não queremos aplicar em nossas próprias vidas.

Rotulamos, acusamos, condenamos ressaltamos pecados, mas sempre na vida das outras pessoas, mas, nunca em nossas próprias vidas, os nossos erros pessoais e pecados de estimação sempre devem estar bem em baixo do tapete da nossa existência.

Após dez anos de ministério uma coisa sempre me intrigou, um fato muito comum, ao vermos irmãos nos chamar nos cantos da igreja e contar acerca do pecado de algum outro membro da comunidade, entretanto, tem sido muito raro alguém chegar para contar acerca dos seus próprios pecados.

Outro fato interessante, é que tem sido, também, muito comum ouvir a colocação: Pastor que mensagem maravilhosa, que pena que fulano não estava na igreja, sinto que tudo o que foi pregado nesta noite era para ele.

A medida da nossa santificação deixa de ser medida a partir de um referencial absoluto, Um Deus absolutamente Santo, e passa a ser aferida tomando por base referenciais relativos, as vidas das outras pessoas, comparamos sempre a nossa pecaminosidade com a do nosso irmão, e nos conformamos sordidamente quando encontramos pecadores piores do nós mesmos.

 
Levamos a vida cristã sempre medindo a vida do outro e nunca a nossa, parece que quando o pecado alheio é gritado aos quatro ventos, silencia momentaneamente a voz da nossa própria consciência.

Sempre clamamos a Deus por uma misericórdia sobre as nossas vidas, no tocante aos  pecados cometidos, misericórdia esta, que comumente não aplicamos aos pecados alheios. Os nossos pecados geralmente têm um contexto, uma razão de ser, uma desculpa cínica,  enquanto  os dos outros não, são só pecados.

Muitas vezes definirmos vidas e caráter por um erro ou relativismo, contudo, esquecemos que uma vida é muito mais que uma mera atitude isolada, mesmo que boa ou má.

Por isso, saímos por nossa existência jogando pedras em vidas alheias, as pedras: do rótulo, da quebra de comunhão, do desrespeito à integridade moral, do isolamento, da falta de amor, da calúnia, da difamação, que verdadeiramente ferem e matam vidas espirituais.

Permanecemos com as pedras nas mãos, procurando em quem possamos atirar, porém os nossos pecados, permanecem ocultos, atenuados, justificados por nossas próprias desculpas, muitas vezes similares àqueles que julgamos impiedosamente em nosso próximo.

Mas se não tivermos pedras atiramos pecados mesmo, emfim causam o mesmo efeito.






Pr. Jonas Silva

DEPUTADOS FEDERAIS E ESTADUAIS ELEITOS EM PERNAMBUCO

Confira a lista dos 25 candidatos de Pernambuco eleitos para a Câmara dos Deputados, já considerando o coeficiente eleitoral.




1 - Ana Arraes (PSB)– 8,8% (387.581 votos)

2 - Eduardo da Fonte (PP) –7,5% (330.520)

3 – João Paulo (PT) – 6,0% (264.250)

4– Inocêncio Oliveira (PR) – 4,5% (198.407)

5 – Pastor Eurico (PSB) – 4,22% (185.870)

6 - Sérgio Guerra (PSDB) - 2,79%

7 – Fernando Filho (PSB) – 3,78%

8 - Mendonça (DEM) - 3,24%

9 - Maurício Randes (PT) –2,88%

10 - Bruno Araújo (PSDB) - 2,76%

11 - Danilo Cabral (PSB) – 2,74%

12 - Gonzaga Patriota (PSB) – 2,70%

13 - Wolney Queiroz (PDT) – 2,59%

14 – Luciana Santos (PC do B) - 2,39%

15 - Raul Henry (PMDB) - 2,05%

16 – Pedro Eugênio (PT) – 1,83%

17 – Sílvio Costa (PTB) – 1,79%

18 – Cadoca (PSC) – 1,64%

19 - Augusto Coutinho - 1,59%

20 – José Chaves (PTB) - 1,51%

21 - José Corte Real (PTB) 1,38%

22 – Fernando Ferro (PT) – 1,32%

23 - Roberto Teixeira (PP) – 1,26%

24 – Anderson Ferreira (PR) – 1,10% (48.435)

25 – Paulo Rubem (PDT) – 0,95%.



Fonte: TRE-PE



Na relação acima são evangélicos o pastor Francisco Eurico (5º) e Anderson Ferreira (24º).


Confira a dos 49 deputados estaduais eleitos para ocupar uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco:




FRENTE POPULAR DE PERNAMBUCO



Pastor Cleiton Collins (PSC) - 3,05% (137.157)

Presbítero Adalto (PSB) - 2,67% (120.175)

Guilherme Uchoa (PDT) - 2,22% (99.953)

Silvio Costa Filho (PTB) - 1,81% (81.279)

Sebastião Oliveira (PR) - 1,77% (79.796)

João Fernando Coutinho (PSB) - 1,56% (70.305)

Clodoaldo Magalhaes (PTB) - 1,38% (61.899)

Ângelo Ferreira (PSB) - 1,25% (56.267)

Pedro Serafim Neto (PDT) - 1,24% (55.963)

Henrique Queiroz (PR) - 1,18% (53.012)

Isaltino Nascimento (PT) - 1,18% (52.955)

Waldemar Borges (PSB) - 1,17% (52.845)

Aglailson Junior (PSB) - 1,17% (52.616)

Alberto Feitosa (PR) - 1,17% (52.615)

Leonardo Dias (PSB) - 1,16% (52.246)

Raquel Lyra (PSB) - 1,10% (49.609)

Aluisio Lessa (PSB) - 1,08% (48.383)

Sergio Leite (PT) - 1,01% (45.501)

Vinicius Labanca (PSB) - 0,98% (43.870)

Odacyr Amorim (PSB) - 0,96% (43.104)

Raimundo Pimentel (PSB) - 0,95% (42.503)

Manoel Santos Da Contag (PT) - 0,94% (42.347)

Julio Cavalcanti (PTB) - 0,93% (41.810)

Laura Gomes (PSB) - 0,91% (40.962)

Luciano Siqueira (PC do B) - 0,90% (40.331)

Teresa Leitão (PT) - 0,88% (39.445)

Botafogo Filho (PDT) - 0,85% (38.110)

Everaldo Cabral (PTB) - 0,81% (36.617)

Diogo Moraes (PSB) - 0,81% (36.246)

Marcantonio Dourado (PTB) - 0,80% (36.090)

Isaias Régis (PTB) - 0,80% (35.861)

André Campos (PT) - 0,79% (35.320)

Francismar Pontes (PTB) - 0,77% (34.787)



PSDB



Betinho Gomes (PSDB) - 1,46% (65.792)

Claudiano Filho (PSDB) - 1,16% (52.087)

Edson Vieira (PSDB) - 1,10% (49.338)

Antonio Moraes (PSDB) - 0,74% (33.083)

Carlos Santana (PSDB) - 0,70% (31.349)



COLIGAÇÃO PERNAMBUCO PARA TODOS



Eriberto Medeiros (PTC) - 0,83% (37.230)

Rodrigo Novaes (PTC) - 0,61% (27.242)

Ricardo Costa (PTC) - 0,47% (21.189)



DEMOCRATAS



Tony Gel (DEM) - 0,85%

Maviael Cavalcanti (DEM) - 0,76% (34.171)



PARTIDO HUMANISTA DA SOLIDARIEDADE (PHS)



Adalberto Cavalcanti - 0,95% (42.747)

Mary Gouveia - 0,73% (33.032)



PERNAMBUCO PODE MUITO MAIS



Gustavo Negromonte (PMDB) - 0,60% (27.081)

Ramos (PMN) - 0,45% (20.182)



PARTIDO REPUBLICANO PROGRESSISTA



Rildo Braz (PRP) - 0,55% (24.795)



PARTIDO VERDE



Daniel Coelho (PV) - 1,06% (47.533)



Outros resultados de candidatos evangélicos (não eleitos):



Manoel Ferreira (PR) - 28.231

Airinho (PSB) - 20.395

Pastor e Professor Esdras Cabral (PTC) - 7.796

Pastor Luciano Mendonça (PTC) - 1.305

Pastor Bezerra (PRTB) - 1.134



Fonte TRE-PE

POSTADO EM http://www.altairgermano.net/
 
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